Disciplina: Estratégias de Marketing
Semestre: 2009/2
Introdução
Uma análise de mercado de uma empresa ajuda a definir quais caminhos essa empresa deve seguir, a partir de dados colhidos em seu macro e micro ambiente, além da sondagem da concorrência e observação dos fatores críticos de sucesso.
Neste estudo, será feita uma análise de mercado da empresa DPX (fictícia, por ora), escritório de agentes autônomos de investimentos que trabalha, inicialmente, pelo sistema de Independent Brokers – utiliza a bandeira e a plataforma de uma ou mais corretoras de bolsa de valores; nesse caso, será utilizada apenas a bandeira XP Investimentos, por ser mais completa, apresentar ferramentas cada vez mais inovadoras e melhor proposta de investimentos iniciais e de participação nos lucros.
A DPX irá atuar em uma cidade de porte pequeno, entre 50 e 150 mil habitantes. Essa cidade tem como principal atividade a indústria têxtil, e sua colonização foi feita por alemães, belgas e italianos, basicamente.
A XP Investimentos tem por característica principal o foco nos clientes, tratando cada um de forma individualizada, de acordo com o estilo e perfil do investidor. Essa característica é trabalhada diariamente entre os funcionários, que absorvem toda a cultura organizacional e transpassam aos clientes de forma natural. Utilizam-se sistemas de informação de marketing e de tecnologia da informação, para acompanhar o desenvolvimento de clientes e dos concorrentes também.
Economia
Praticamente saído da crise financeira mundial, o Brasil ganhou mais um grau de investimento internacional – o que significa que o país é considerado seguro para investimentos de investidores internacionais (seja pessoa física ou jurídica). Nossa estabilidade financeira atual, aliada à valorização da nossa moeda são fatores que estimulam muito a entrada de capital estrangeiro em nosso país. Com isso, nosso mercado se torna interessante também a investidores nacionais, que passam a enxergar investimentos em bolsa de valores com outros olhos – há sempre o risco, por ser investimento em renda variável, entretanto, há a segurança da estabilidade da nossa economia e a alta rentabilidade dos investimentos em mercado de capitais.
Sob essa ótica, a bolsa de valores no Brasil é um mercado de investimentos em franca expansão, conquistando cada vez mais clientes nacionais pessoa física, popularizando esse tipo de aplicações, visto que a maior parte do capital investido em nossa bolsa de valores é, ainda, estrangeiro.
A cidade de implantação da DPX, um dos principais pólos têxteis do Estado de Santa Catarina, tem uma economia bastante ativa, com grandes empresas instauradas, outras em expansão, e é uma cidade que vem crescendo muito rápido – tanto demograficamente quanto economicamente.
Sociedade
Conforme citado nos textos utilizados, a capacidade econômica da população tem se elevado. E a busca por novidades, tecnologia, conforto e segurança também. É nesse ponto que a XP Investimentos também entra, popularizando a bolsa de valores através de conhecimento – a XP oferece palestras gratuitas e cursos de curta duração sobre educação financeira e bolsa de valores em seus escritórios, faculdades, empresas, associações, sindicatos, entre outros, a fim de disseminar conhecimento, tirar dúvidas, aguçar a curiosidade sobre o tema e, finalmente, conquistar novos investidores para iniciar no mercado de capitais.
Apesar da colonização européia e toda a sua tradição no trabalho, há muito interesse da população dessa cidade em mercado de capitais – visto que a XP Blumenau tem muitos clientes dessa região.
Política
A política influencia diretamente na economia do país, e isso reflete, também direta
Mente na bolsa de valores. Como visto acima, grande parte do capital investido hoje é de investidores de outros países – sejam bancos, empresas ou grandes investidores particulares. Nossa taxa de juros básica, agora taxas para entrada/saída de capital estrangeiro, todas as decisões políticas e econômicas andam juntas e refletem no desempenho da Bolsa. Esse novo método de cobrança de taxa pode ser bom para proteção do dinheiro investido no nosso país (em caso de nova crise, investidores pensariam duas vezes antes de tirar o dinheiro daqui); entretanto, pode se tornar uma barreira que impeça a entrada e agilize a saída de capital estrangeiro no país.
Clientes
Hoje em dia, não existe mais um perfil único de investidores em bolsa de valores. Estamos entrando na era da popularização do mercado. Hoje, tem-se pouco mais de 500.000 investidores, e o potencial é de muito mais. Levar a educação financeira a diferentes setores, níveis e regiões do país, contribui positivamente para a aceleração do crescimento e expansão do investimento em empresas de capital aberto. A XP Educação, braço da XP que organiza e executa tais eventos, é responsável pela captação de mais de 55% dos clientes da corretora. Nesse universo de clientes, de forma generalizada, convidamos nossos suspects a participarem de eventos (palestras) gratuitos, nossos prospects a participarem de cursos de curta duração (pagos), e os prospects qualificados a reuniões ou aulas práticas dentro da corretora.
Concorrentes
A XP é hoje a maior corretora independente da bolsa de valores do Brasil (desvinculada a bancos ou outros tipos de instituições financeiras), mas compete diretamente com as corretoras dependentes (de bancos) e estrangeiras que atuam no país. No segmento Educação Financeira, a XP foi pioneira, “desbravando mares antes nunca navegados”, como disse a reportagem da revista Exame, e agora outras corretoras têm seguido o mesmo caminho. A XP foi citada este ano como a única corretora independente entre as 25 empresas mais inovadoras do Brasil. Isso é muito bom, mas a concorrência acaba aderindo ao método educacional de capacitação e prospecção de novos clientes, e nisso deve-se estar sempre em busca de inovações sem perder a qualidade no atendimento.
Na cidade onde a DPX irá atura, já existem alguns agentes autônomos de investimentos. Entretanto, são em número reduzido e não dispõem de estrutura física adequada ou fazem uso da educação financeira para captação e capacitação de clientes.
Conclusão
Visto a cultura da XP Investimentos, o crescimento da bolsa de valores no Brasil e seu potencial, a estabilidade econômica do país, a educação financeira, os concorrentes e o interesse dos suspects em mercado de capitais, a cidade de Brusque – um dos maiores pólos têxteis do estado – torna-se bastante atrativa para a implantação de um escritório de agente autônomo de investimentos e, futuramente, transformação em filial.
Referências bibliográficas
Fábrica de Investidores. Revista Exame, edição 945. Data: 17 de junho de 2009.
BORSATO, Cíntia; DUAILIBI, Julia. Ela empurra o crescimento. VEJA. São Paulo, n.2054, abr. 2008.
BETTI, Renata; PEREIRA, Camila. Tempo e dinheiro para comprar. VEJA. São Paulo, n.2071, jul. 2008.
TODESCHINI, Marcos. Eles querem voar alto. VEJA. São Paulo, n.2071, jul. 2008.
MAUTONE, Silvana. No supermercado, na favela, no bar.... Exame. São Paulo, jan. 2006.
Imperdível! Livraria da Folha
Implementação de Estratégias de Marketing
Disciplina: Estratégia de Marketing
Semestre: 2009/2
Introdução
Nos dias de hoje, e isso já vem se formando há algum tempo, as estratégias de marketing não dependem mais somente de um planejamento, e sim do conjunto com as variáveis que influenciam as suas implantações – fatores internos e externos à organização. Notou-se que as estratégias pretendidas sofrem influência durante o processo de implementação de estratégias emergentes, que de certa forma ajudam nesta fase. A idéia é adequar o planejamento estratégico ao tático, e vice-versa.
Objetivos de uma empresa
O principal objetivo de uma empresa é a captação de clientes. Para isso, outros objetivos e metas são formulados. Para uma boa implementação de marketing, todas as áreas da empresa devem estar em plena conexão, trocando informações e experiências, além da criação ou manutenção de uma cultura organizacional que ajude a motivar seus funcionários e prezar pelo bom atendimento a clientes, fornecedores e entre os próprios funcionários.
Forma como o marketing interno afeta os funcionários
Quando se fala em marketing interno, logo se lembra de comunicação direta, de beneficiar o funcionário de alguma forma, além do prezo pela cultura da empresa, e da compreensão e interdependência de todos os colaboradores. E é desta forma que um plano estratégico pode ser colocado em prática: a partir do momento em que todos os funcionários, gerentes e executivos se sentem igualmente responsáveis e conscientes da importância da implementação do plano. Deve haver envolvimento de todas as partes, integração e compartilhamento de valores – como no caso da campanha interna do Plano Estadual de Segurança Cidadã, no Estado do Pará, onde materiais informativos foram desenvolvidos e distribuídos, de forma a apresentar a mudança dos gestores, da sociedade organizada e do cidadão, além de motivar a adesão e o comprometimento do servidor da área de Segurança Pública ao novo modelo.
Papel da alta direção
O papel da alta direção nestes casos é perceber a necessidade de mudança, buscar soluções e apresentá-las. A criatividade também é fundamental na hora de elaborar planos de marketing interno, bem como sua adequação à empresa e às necessidades dos funcionários.
Efeito do marketing interno
A partir do momento em que a implantação de uma ação de marketing interno é bem aceita e difundida entre os funcionários, uma enorme barreira em relação a outras implementações é transpassada. A partir do momento em que todos os colaboradores entendem seu papel dentro da organização, bem como o que a empresa espera como resultados, quais são as diretrizes a serem seguidas, planos e estratégias de marketing são mais bem aceitos e compreendidos. Com isso, sua implantação e implementação poderão se dar de maneira mais fácil. Claro, outros fatores também influenciam, como fatores externos, mercado de atuação, economia, política e cultura dos clientes.
Meios possíveis de campanha de marketing interno
Uma campanha de marketing interno pode se dar de diversas maneiras: palestras e material de disseminação da cultura e objetivos da empresa, treinamentos específicos com esse mesmo fim, programas de benefícios, criação e estímulo de atividades de integração entre funcionários e entre funcionários e clientes ou fornecedores – como no caso do escritório paulista de advocacia Pinheiro Neto Advogados, que fez da cobertura do prédio onde atuam, ponto de encontro para happy-hour todas as quintas-feiras, para funcionários e seus clientes. Segundo um dos sócios do escritório, foi uma alternativa encontrada para estreitar o relacionamento com os clientes e fortalecer a integração dentro da empresa.
A Star One, empresa do grupo Embratel, criou programas de bem-estar para estimular seus funcionários, oferecendo nutricionistas, massagistas e ginástica matutina, evidenciando sua preocupação com a qualidade de vida de seus colaboradores.
Conclusão
Para uma melhor implementação de estratégias de marketing, o marketing interno é um dos principais aliados de uma empresa. A comunicação entre os setores, e entre os níveis hierárquicos da organização deve ser clara e aberta, além da elaboração de programas para o alcance dos objetivos organizacionais, criação de ferramentas, ou ainda o oferecimento de ambientes convidativos a um relacionamento de integração, fortalecimento e bem-estar entre os colaboradores.
Referências bibliográficas
HAPPY Hour dentro do escritório. Gazeta Mercantil, Rio de Janeiro, 31 out. 2007.
EMPRESAS inovam para incentivar funcionários. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 19 jul. 2002.
SANTOS, Walrimar. Lançada campanha interna do Plano Segurança Cidadã. Disponível em:. Acesso em: 05 nov. 2008.
Semestre: 2009/2
Introdução
Nos dias de hoje, e isso já vem se formando há algum tempo, as estratégias de marketing não dependem mais somente de um planejamento, e sim do conjunto com as variáveis que influenciam as suas implantações – fatores internos e externos à organização. Notou-se que as estratégias pretendidas sofrem influência durante o processo de implementação de estratégias emergentes, que de certa forma ajudam nesta fase. A idéia é adequar o planejamento estratégico ao tático, e vice-versa.
Objetivos de uma empresa
O principal objetivo de uma empresa é a captação de clientes. Para isso, outros objetivos e metas são formulados. Para uma boa implementação de marketing, todas as áreas da empresa devem estar em plena conexão, trocando informações e experiências, além da criação ou manutenção de uma cultura organizacional que ajude a motivar seus funcionários e prezar pelo bom atendimento a clientes, fornecedores e entre os próprios funcionários.
Forma como o marketing interno afeta os funcionários
Quando se fala em marketing interno, logo se lembra de comunicação direta, de beneficiar o funcionário de alguma forma, além do prezo pela cultura da empresa, e da compreensão e interdependência de todos os colaboradores. E é desta forma que um plano estratégico pode ser colocado em prática: a partir do momento em que todos os funcionários, gerentes e executivos se sentem igualmente responsáveis e conscientes da importância da implementação do plano. Deve haver envolvimento de todas as partes, integração e compartilhamento de valores – como no caso da campanha interna do Plano Estadual de Segurança Cidadã, no Estado do Pará, onde materiais informativos foram desenvolvidos e distribuídos, de forma a apresentar a mudança dos gestores, da sociedade organizada e do cidadão, além de motivar a adesão e o comprometimento do servidor da área de Segurança Pública ao novo modelo.
Papel da alta direção
O papel da alta direção nestes casos é perceber a necessidade de mudança, buscar soluções e apresentá-las. A criatividade também é fundamental na hora de elaborar planos de marketing interno, bem como sua adequação à empresa e às necessidades dos funcionários.
Efeito do marketing interno
A partir do momento em que a implantação de uma ação de marketing interno é bem aceita e difundida entre os funcionários, uma enorme barreira em relação a outras implementações é transpassada. A partir do momento em que todos os colaboradores entendem seu papel dentro da organização, bem como o que a empresa espera como resultados, quais são as diretrizes a serem seguidas, planos e estratégias de marketing são mais bem aceitos e compreendidos. Com isso, sua implantação e implementação poderão se dar de maneira mais fácil. Claro, outros fatores também influenciam, como fatores externos, mercado de atuação, economia, política e cultura dos clientes.
Meios possíveis de campanha de marketing interno
Uma campanha de marketing interno pode se dar de diversas maneiras: palestras e material de disseminação da cultura e objetivos da empresa, treinamentos específicos com esse mesmo fim, programas de benefícios, criação e estímulo de atividades de integração entre funcionários e entre funcionários e clientes ou fornecedores – como no caso do escritório paulista de advocacia Pinheiro Neto Advogados, que fez da cobertura do prédio onde atuam, ponto de encontro para happy-hour todas as quintas-feiras, para funcionários e seus clientes. Segundo um dos sócios do escritório, foi uma alternativa encontrada para estreitar o relacionamento com os clientes e fortalecer a integração dentro da empresa.
A Star One, empresa do grupo Embratel, criou programas de bem-estar para estimular seus funcionários, oferecendo nutricionistas, massagistas e ginástica matutina, evidenciando sua preocupação com a qualidade de vida de seus colaboradores.
Conclusão
Para uma melhor implementação de estratégias de marketing, o marketing interno é um dos principais aliados de uma empresa. A comunicação entre os setores, e entre os níveis hierárquicos da organização deve ser clara e aberta, além da elaboração de programas para o alcance dos objetivos organizacionais, criação de ferramentas, ou ainda o oferecimento de ambientes convidativos a um relacionamento de integração, fortalecimento e bem-estar entre os colaboradores.
Referências bibliográficas
HAPPY Hour dentro do escritório. Gazeta Mercantil, Rio de Janeiro, 31 out. 2007.
EMPRESAS inovam para incentivar funcionários. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 19 jul. 2002.
SANTOS, Walrimar. Lançada campanha interna do Plano Segurança Cidadã. Disponível em:
Por que as pessoas compram?
Disciplina: Comportamento do Consumidor
Semestre: 2009/2
Introdução
No âmbito do mercado de luxo no Brasil, tem-se visto uma ascensão de marcas nacionais e internacionais, suprindo carências e desejos de um público seleto e ligado nas tendências de moda, novas tecnologias e produtos e serviços exclusivos de alto padrão. Esse público não costuma sofrer grandes impactos da instabilidade econômica, como na recente crise financeira mundial.
Segundo a Pirâmide das Necessidades de Maslow, a hierarquia ascende de acordo com que suas necessidades mais básicas vão sendo supridas, levando a outras necessidades – sociais, de segurança e estabilidade, profissionais e estima – até alcançar o topo: a auto-realização. Muitas vezes essa auto-realização se dá pela conquista de status dentro de uma sociedade, prestígio almejado por muitos mas alcançado por poucos. Para ostentar esse status objetos de luxo são consumidos como simbolismos de uma classe, e podem também influenciar o comportamento do consumidor ou usuário de acordo com seu consumo. A ligação, por exemplo, entre determinada marca e atitudes de um determinado grupo são vistos em todos os níveis.
Volume de compras e marcas mais observadas
A observar o fluxo de pessoas no maior e mais tradicional shopping center de Blumenau, SC, Shopping Neumarkt, fui surpreendida ao constatar o volume de pessoas transitando pelos corredores com várias sacolas, de diversas marcas diferentes.
Entre as principais, observei marcas de sapato e lojas multi-marcas deste setor – Gabriela, Arezzo, Paquetá; marcas de roupas como Colcci, Makenji, TNG, Naguchi e Nakisska. Ainda, observei forte movimento em lojas especializadas em artigos esportivos, como Centauro, em artigos eletrônicos, como BluSom, acessórios femininos, como a loja Alternativa, e infantis, como a loja Meninos e Meninas. Ainda, havia forte movimento na área de entretenimento, com longas filas na entrada dos cinemas, e na área gastronômica – principalmente nos restaurantes de comidas japonesas e pratos diferenciados.
Influência da marca sobre o fluxo de consumidores no local de compra e justificativa
Além da imagem agregada a cada marca, o que chamou a atenção – justificando o fluxo de consumidores em cada estabelecimento – eram as grandes propagandas de desconto e facilidades de pagamento, além de música alta e ambientes convidativos a “festa”. Freneticamente, movimentados pela música, atendentes e consumidores depenavam cabides e prateleiras, acumulando enormes volumes de produtos sobre as bancadas, e depois sobre o balcão do caixa. Uma ou outra peça ficavam pelo caminho, sendo descartadas quando a conta chegava. Em cada loja, um público diferente se concentrava – de acordo com a imagem e atitude transmitidas por cada marca.
Nem as crianças escapam da força de uma marca bem desenhada, bem trabalhada, que gera influência no comportamento dos consumidores. Havia muitas opções também para esse público: do lazer em mini-parques de diversões, filmes infantis no cinema, lojas de brinquedos lúdicas e convidativas, e roupas especiais à garotada – das nacionais às importadas.
Conclusão
Segundo o canal Record News, São Paulo é hoje a décima cidade mais rica do mundo, e deve ser a sexta mais rica em 2025. Isso prova o potencial econômico do nosso país – em especial, claro, nas grandes capitais – com públicos cada vez mais bem informados (visto todos os estudos acerca da classe C e seu novo poder aquisitivo com a estabilidade econômica e facilidades de crédito) e com suas necessidades cada vez mais perto do topo da Pirâmide de Maslow.
Referência bibliográfica
LUXO é poder? Disponível em:. Acesso em: 30 jun. 2009.
FERREIRINHA, Carlos. O luxo na crise mundial! Revista Makingof, 29 out. 2008 Disponível em:. Acesso em: 30 jun. 2009.
Semestre: 2009/2
Introdução
No âmbito do mercado de luxo no Brasil, tem-se visto uma ascensão de marcas nacionais e internacionais, suprindo carências e desejos de um público seleto e ligado nas tendências de moda, novas tecnologias e produtos e serviços exclusivos de alto padrão. Esse público não costuma sofrer grandes impactos da instabilidade econômica, como na recente crise financeira mundial.
Segundo a Pirâmide das Necessidades de Maslow, a hierarquia ascende de acordo com que suas necessidades mais básicas vão sendo supridas, levando a outras necessidades – sociais, de segurança e estabilidade, profissionais e estima – até alcançar o topo: a auto-realização. Muitas vezes essa auto-realização se dá pela conquista de status dentro de uma sociedade, prestígio almejado por muitos mas alcançado por poucos. Para ostentar esse status objetos de luxo são consumidos como simbolismos de uma classe, e podem também influenciar o comportamento do consumidor ou usuário de acordo com seu consumo. A ligação, por exemplo, entre determinada marca e atitudes de um determinado grupo são vistos em todos os níveis.
Volume de compras e marcas mais observadas
A observar o fluxo de pessoas no maior e mais tradicional shopping center de Blumenau, SC, Shopping Neumarkt, fui surpreendida ao constatar o volume de pessoas transitando pelos corredores com várias sacolas, de diversas marcas diferentes.
Entre as principais, observei marcas de sapato e lojas multi-marcas deste setor – Gabriela, Arezzo, Paquetá; marcas de roupas como Colcci, Makenji, TNG, Naguchi e Nakisska. Ainda, observei forte movimento em lojas especializadas em artigos esportivos, como Centauro, em artigos eletrônicos, como BluSom, acessórios femininos, como a loja Alternativa, e infantis, como a loja Meninos e Meninas. Ainda, havia forte movimento na área de entretenimento, com longas filas na entrada dos cinemas, e na área gastronômica – principalmente nos restaurantes de comidas japonesas e pratos diferenciados.
Influência da marca sobre o fluxo de consumidores no local de compra e justificativa
Além da imagem agregada a cada marca, o que chamou a atenção – justificando o fluxo de consumidores em cada estabelecimento – eram as grandes propagandas de desconto e facilidades de pagamento, além de música alta e ambientes convidativos a “festa”. Freneticamente, movimentados pela música, atendentes e consumidores depenavam cabides e prateleiras, acumulando enormes volumes de produtos sobre as bancadas, e depois sobre o balcão do caixa. Uma ou outra peça ficavam pelo caminho, sendo descartadas quando a conta chegava. Em cada loja, um público diferente se concentrava – de acordo com a imagem e atitude transmitidas por cada marca.
Nem as crianças escapam da força de uma marca bem desenhada, bem trabalhada, que gera influência no comportamento dos consumidores. Havia muitas opções também para esse público: do lazer em mini-parques de diversões, filmes infantis no cinema, lojas de brinquedos lúdicas e convidativas, e roupas especiais à garotada – das nacionais às importadas.
Conclusão
Segundo o canal Record News, São Paulo é hoje a décima cidade mais rica do mundo, e deve ser a sexta mais rica em 2025. Isso prova o potencial econômico do nosso país – em especial, claro, nas grandes capitais – com públicos cada vez mais bem informados (visto todos os estudos acerca da classe C e seu novo poder aquisitivo com a estabilidade econômica e facilidades de crédito) e com suas necessidades cada vez mais perto do topo da Pirâmide de Maslow.
Referência bibliográfica
LUXO é poder? Disponível em:
FERREIRINHA, Carlos. O luxo na crise mundial! Revista Makingof, 29 out. 2008 Disponível em:
Análise de fatores ambientais que influenciam o marketing e o comportamento do consumidor
Disciplina: Comportamento do Consumidor
Semestre: 2009/2
Introdução
Atualmente, muitos são os fatores que influenciam o comportamento do consumidor – como ambientais, econômicos, sociais, culturais e políticos – e, para permanecer em um mercado competitivo como o que vivemos nos dias de hoje, as empresas devem atentar, constantemente, para esses fatores, sabendo explorá-los e levá-los como soluções aos seus clientes e prospects.
Atitudes imprescindíveis para a manutenção da competitividade das empresas no mercado atual
Na recente crise financeira que atingiu (ou partiu de) os Estados Unidos, a montadora GM recebeu ajuda do governo desse país e está mudando sua postura em relação ao desenvolvimento de novos automóveis. A preocupação maior desse país agora é a fabricação de carros menores, o que significa carros mais econômicos e menos poluentes. E a novidade é que essa tecnologia será exportada pela filial do Brasil, onde carros de pequeno porte lideram o número de vendas. Esse tipo de preocupação com a economia e a responsabilidade ambiental na fabricação de veículos automotores é reflexo de fatores econômicos, sociais e ambientais que têm mudado o comportamento dos consumidores. Além de carros compactos, outra preocupação da montadora é o desenvolvimento de novas tecnologias combustíveis – como o desenvolvimento do carro movido a energia elétrica que deve ter seu primeiro modelo lançado em 2010.
A influência do comportamento do consumidor no rumo das empresas
A preocupação com o meio ambiente e novas fontes de energia renováveis ou não-poluentes não tem sido vista apenas entre as montadoras de veículos. A Samsung, empresa de aparelhos eletrônicos, desenvolveu um modelo de aparelhe de telefonia móvel com painel solar e fabricado em plástico reciclado. Além disso, o aparelho estimula a preservação do meio ambiente – conta os passos de seu usuário e calcula quantas árvores foram economizadas ao trocar o transporte motorizado pela caminhada. Outros benefícios do produto são o carregador ecológico, sendo quase sete vezes mais econômico que os carregadores comuns, e a embalagem pequena, leve e de papel reciclado. No caso desse aparelho celular, o Blue Earth, nota-se perfeitamente como as preocupações ecológicas do consumidor têm tido força na elaboração e desenvolvimento de novos produtos, como novas tecnologias.
Conclusão
Nos casos apresentados, o fator ambiental foi predominante e, como descrito nos dois exemplos, ajudam a impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e novos produtos ecologicamente corretos e que, de “brinde”, acabam sendo também mais econômicos. Além disso, constata-se a preocupação das empresas em atender a essas novas necessidades de seus consumidores e prospects – que muitas vezes podem acabar trocando de fornecedor em virtude de ações politicamente corretas ou incorretas de determinadas marcas. É uma nova percepção do consumidor e uma nova percepção das empresas igualmente.
Referência bibliográfica
OLMOS, Marli. Brasil ajudará a GM nos EUA a produzir carro pequeno. Valor Econômico, São Paulo, 01 abr. 2009. Disponível em:. Acesso em: 30 jun. 2009.
SAMSUNG apresenta celular movido a energia solar. Disponível em:. Acesso em: 30 jun. 2009.
Semestre: 2009/2
Introdução
Atualmente, muitos são os fatores que influenciam o comportamento do consumidor – como ambientais, econômicos, sociais, culturais e políticos – e, para permanecer em um mercado competitivo como o que vivemos nos dias de hoje, as empresas devem atentar, constantemente, para esses fatores, sabendo explorá-los e levá-los como soluções aos seus clientes e prospects.
Atitudes imprescindíveis para a manutenção da competitividade das empresas no mercado atual
Na recente crise financeira que atingiu (ou partiu de) os Estados Unidos, a montadora GM recebeu ajuda do governo desse país e está mudando sua postura em relação ao desenvolvimento de novos automóveis. A preocupação maior desse país agora é a fabricação de carros menores, o que significa carros mais econômicos e menos poluentes. E a novidade é que essa tecnologia será exportada pela filial do Brasil, onde carros de pequeno porte lideram o número de vendas. Esse tipo de preocupação com a economia e a responsabilidade ambiental na fabricação de veículos automotores é reflexo de fatores econômicos, sociais e ambientais que têm mudado o comportamento dos consumidores. Além de carros compactos, outra preocupação da montadora é o desenvolvimento de novas tecnologias combustíveis – como o desenvolvimento do carro movido a energia elétrica que deve ter seu primeiro modelo lançado em 2010.
A influência do comportamento do consumidor no rumo das empresas
A preocupação com o meio ambiente e novas fontes de energia renováveis ou não-poluentes não tem sido vista apenas entre as montadoras de veículos. A Samsung, empresa de aparelhos eletrônicos, desenvolveu um modelo de aparelhe de telefonia móvel com painel solar e fabricado em plástico reciclado. Além disso, o aparelho estimula a preservação do meio ambiente – conta os passos de seu usuário e calcula quantas árvores foram economizadas ao trocar o transporte motorizado pela caminhada. Outros benefícios do produto são o carregador ecológico, sendo quase sete vezes mais econômico que os carregadores comuns, e a embalagem pequena, leve e de papel reciclado. No caso desse aparelho celular, o Blue Earth, nota-se perfeitamente como as preocupações ecológicas do consumidor têm tido força na elaboração e desenvolvimento de novos produtos, como novas tecnologias.
Conclusão
Nos casos apresentados, o fator ambiental foi predominante e, como descrito nos dois exemplos, ajudam a impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e novos produtos ecologicamente corretos e que, de “brinde”, acabam sendo também mais econômicos. Além disso, constata-se a preocupação das empresas em atender a essas novas necessidades de seus consumidores e prospects – que muitas vezes podem acabar trocando de fornecedor em virtude de ações politicamente corretas ou incorretas de determinadas marcas. É uma nova percepção do consumidor e uma nova percepção das empresas igualmente.
Referência bibliográfica
OLMOS, Marli. Brasil ajudará a GM nos EUA a produzir carro pequeno. Valor Econômico, São Paulo, 01 abr. 2009. Disponível em:
SAMSUNG apresenta celular movido a energia solar. Disponível em:
Marketing Interno – Análise do Case GRSA
Disciplina: Marketing de Serviços
Semestre: 2009/2
Introdução
Marketing interno – Endomarketing – por definição é o marketing voltado aos colaboradores, de modo a passar a eles conhecimento e motivação acerca da cultura da empresa, disseminando e a imagem da companhia. A companhia GRSA, maior empresa de refeições coletivas do país, ao notar seu fracasso nas tentativas de implantação de novos serviços em suas filiais decidiu adotar essa poderosa ferramenta e hoje colhe os doces frutos do novo modelo de gestão. A empresa atua na alimentação empresarial – restaurantes empresariais, cafeterias e conveniências; alimentação escolar – programa de educação alimentar nas escolas, fornecimento de produtos e soluções especiais; alimentação hospitalar – programa de alimentação nutricional a pacientes e corpo clínico, elaboração de cardápios e dietas; alimentação e serviços de suporte – alimentação e serviços adjacentes, como jardinagem, coleta seletiva de lixo, reflorestamento; varejo alimentar – marcas próprias e franquias em restaurantes, cafeterias, lanchonetes e conveniências.
Objetivos do marketing interno
Segundo Roberto Justus, em um programa de televisão, não se tem como vender aquilo que não se compraria. Em suma, o objetivos do marketing interno é a disseminação da imagem e dos valores da empresa – entre todos os colaboradores – como citado anteriormente, a fim de capacitá-los vender a empresa e, então, vender seus produtos ou serviços. Para a GRSA, que serve um milhão de refeições por dia, qualidade, segurança e os mais altos níveis de higiene alimentar são primordiais. Entre seus propósitos corporativos, estão: missão, oferecer as melhores resoluções em serviços e contribuir para o bem-estar dos consumidores; visão, para os melhores resultados, as equipes devem ser bem treinadas e motivadas a promover o melhor serviço; valores, com uma visão clara sobre objetivos e formas de agir, é possível aperfeiçoar cada vez mais suas práticas. Entre os valores da GRSA figuram também a responsabilidade pelas ações individuais e em grupo, paixão pela qualidade, dinamismo face às oportunidades e desafios, abertura, confiança e integridade sempre dentro dos mais elevados padrões éticos; sucesso através do trabalho em equipe.
Gestões estratégica e social
Na gestão estratégica de uma empresa, de forma geral, a mesma deve alinhar a definição de objetivos e metas às contingências do mercado e as mudanças na demanda. Além disso, deve estar atenta ao macro e ao microambiente, levando em conta fatores como economia, posicionamento de produtos/serviços. No marketing interno, a gestão estratégica deve levar seus funcionários como principais recursos estratégicos da empresa – visto a criação de uma cultura interna de valores, visão e imagem.
A gestão social relaciona-se à satisfação e à participação dos funcionários, na forma de atender aos interesses pessoais e participação nos resultados, como exemplos. O processo de comunicação interna liga-se à gestão social na forma de diálogos entre executivos e funcionários, alinhando interesses. Outras duas formas de gestão social em marketing interno são a delegação de poder e a habilitação.
Como no caso da empresa GRSA, que optou pela descentralização do poder e habilitação de cada regional, fazendo com que as filiais pensem como a matriz. No desenvolvimento da descentralização, cada filial passou a ser responsável pela prospecção de novos clientes, e absorvem 50% dos custos com treinamentos e programas de inspeção. Para o desenvolvimento da habilitação, foi criado um manual com mais de duzentas páginas para cada filiado, sobre as operações de todas as divisões da companhia.
Cultura de serviços
Para o desenvolvimento de uma cultura de serviços, o marketing interno apresenta algumas metas, como a capacitação dos funcionários no entendimento e aceitação de estratégias, processos e campanhas de marketing externo – bem como habilidades de comunicação e interação no serviço desenvolvido; criação de relacionamentos positivos entre as pessoas dentro da organização; desenvolver um estilo de gerenciamento e liderança dedicados – como no caso da descentralização da GRSA, que criou cargos de gerenciamento, supervisão e suporte para as filiais. Além da criação desses indicadores, é muito importante a manutenção dos mesmos, mantendo a cultura de comunicação, criação de competências e habilidades e de orientação do serviço para o cliente.
Atividades de marketing interno
No processo de implementação do marketing interno, algumas atividades podem ser incluídas – funções que causam algum tipo de impacto positivo no relacionamento entre funcionários e entre funcionários e clientes, ampliando o conhecimento dos primeiros sobre os processos e objetivos da empresa. Entre eles, pode-se citar o treinamento – entendimento das estratégias da empresa e do próprio serviço; o suporte da administração e diálogo interno – acompanhamento e implementação de novas competências; comunicação interna e suporte de informação – materiais de suporte às atividades; gerenciamento de recursos humanos – selecionar e manter o tipo de funcionário certo para a empresa; comunicação externa – apresentar antes aos funcionários as campanhas de marketing externo; sistemas de informação – intranet e CRM; recuperação interna de serviço – apoio e suporte psicológico ao funcionário submetido a uma situação de estresse por um cliente; pesquisa de mercado – de maneira interna, utilizando pesquisas para identificar o perfil do funcionário a ser contratado e quais as atitudes dos atuais funcionários perante o marketing interno.
Conclusão
Frente aos desafios e oportunidades do mercado, a GRSA encontrou as soluções que lhe eram necessárias para a implantação de novos serviços em suas filiais. Utilizando ferramentas e atividades de marketing interno, seu crescimento e seu sucesso são devidos à descentralização do poder, à habilitação das filiais e, principalmente, ao desenvolvimento de uma cultura organizacional que valoriza e conhece a própria empresa, que se apóia em bases fortes de valores, integridade, ética e qualidade nos serviços e produtos oferecidos. Seu lema: melhor equipe, melhor serviço, melhor resultado.
Referências bibliográficas
ENDOMARKETING. Disponível em:. Acesso em: 21 maio 2009.
ENDOMARKETING como ferramenta de gestão. Disponível em:. Acesso em: 21 maio 2009.
EMPREGADOS que pensam como donos. Disponível em: http://estrategiasinovadoras.blogspot.com/2008/03/empregados-que-pensam-como-donos.html
www.grsa.com.br
Semestre: 2009/2
Introdução
Marketing interno – Endomarketing – por definição é o marketing voltado aos colaboradores, de modo a passar a eles conhecimento e motivação acerca da cultura da empresa, disseminando e a imagem da companhia. A companhia GRSA, maior empresa de refeições coletivas do país, ao notar seu fracasso nas tentativas de implantação de novos serviços em suas filiais decidiu adotar essa poderosa ferramenta e hoje colhe os doces frutos do novo modelo de gestão. A empresa atua na alimentação empresarial – restaurantes empresariais, cafeterias e conveniências; alimentação escolar – programa de educação alimentar nas escolas, fornecimento de produtos e soluções especiais; alimentação hospitalar – programa de alimentação nutricional a pacientes e corpo clínico, elaboração de cardápios e dietas; alimentação e serviços de suporte – alimentação e serviços adjacentes, como jardinagem, coleta seletiva de lixo, reflorestamento; varejo alimentar – marcas próprias e franquias em restaurantes, cafeterias, lanchonetes e conveniências.
Objetivos do marketing interno
Segundo Roberto Justus, em um programa de televisão, não se tem como vender aquilo que não se compraria. Em suma, o objetivos do marketing interno é a disseminação da imagem e dos valores da empresa – entre todos os colaboradores – como citado anteriormente, a fim de capacitá-los vender a empresa e, então, vender seus produtos ou serviços. Para a GRSA, que serve um milhão de refeições por dia, qualidade, segurança e os mais altos níveis de higiene alimentar são primordiais. Entre seus propósitos corporativos, estão: missão, oferecer as melhores resoluções em serviços e contribuir para o bem-estar dos consumidores; visão, para os melhores resultados, as equipes devem ser bem treinadas e motivadas a promover o melhor serviço; valores, com uma visão clara sobre objetivos e formas de agir, é possível aperfeiçoar cada vez mais suas práticas. Entre os valores da GRSA figuram também a responsabilidade pelas ações individuais e em grupo, paixão pela qualidade, dinamismo face às oportunidades e desafios, abertura, confiança e integridade sempre dentro dos mais elevados padrões éticos; sucesso através do trabalho em equipe.
Gestões estratégica e social
Na gestão estratégica de uma empresa, de forma geral, a mesma deve alinhar a definição de objetivos e metas às contingências do mercado e as mudanças na demanda. Além disso, deve estar atenta ao macro e ao microambiente, levando em conta fatores como economia, posicionamento de produtos/serviços. No marketing interno, a gestão estratégica deve levar seus funcionários como principais recursos estratégicos da empresa – visto a criação de uma cultura interna de valores, visão e imagem.
A gestão social relaciona-se à satisfação e à participação dos funcionários, na forma de atender aos interesses pessoais e participação nos resultados, como exemplos. O processo de comunicação interna liga-se à gestão social na forma de diálogos entre executivos e funcionários, alinhando interesses. Outras duas formas de gestão social em marketing interno são a delegação de poder e a habilitação.
Como no caso da empresa GRSA, que optou pela descentralização do poder e habilitação de cada regional, fazendo com que as filiais pensem como a matriz. No desenvolvimento da descentralização, cada filial passou a ser responsável pela prospecção de novos clientes, e absorvem 50% dos custos com treinamentos e programas de inspeção. Para o desenvolvimento da habilitação, foi criado um manual com mais de duzentas páginas para cada filiado, sobre as operações de todas as divisões da companhia.
Cultura de serviços
Para o desenvolvimento de uma cultura de serviços, o marketing interno apresenta algumas metas, como a capacitação dos funcionários no entendimento e aceitação de estratégias, processos e campanhas de marketing externo – bem como habilidades de comunicação e interação no serviço desenvolvido; criação de relacionamentos positivos entre as pessoas dentro da organização; desenvolver um estilo de gerenciamento e liderança dedicados – como no caso da descentralização da GRSA, que criou cargos de gerenciamento, supervisão e suporte para as filiais. Além da criação desses indicadores, é muito importante a manutenção dos mesmos, mantendo a cultura de comunicação, criação de competências e habilidades e de orientação do serviço para o cliente.
Atividades de marketing interno
No processo de implementação do marketing interno, algumas atividades podem ser incluídas – funções que causam algum tipo de impacto positivo no relacionamento entre funcionários e entre funcionários e clientes, ampliando o conhecimento dos primeiros sobre os processos e objetivos da empresa. Entre eles, pode-se citar o treinamento – entendimento das estratégias da empresa e do próprio serviço; o suporte da administração e diálogo interno – acompanhamento e implementação de novas competências; comunicação interna e suporte de informação – materiais de suporte às atividades; gerenciamento de recursos humanos – selecionar e manter o tipo de funcionário certo para a empresa; comunicação externa – apresentar antes aos funcionários as campanhas de marketing externo; sistemas de informação – intranet e CRM; recuperação interna de serviço – apoio e suporte psicológico ao funcionário submetido a uma situação de estresse por um cliente; pesquisa de mercado – de maneira interna, utilizando pesquisas para identificar o perfil do funcionário a ser contratado e quais as atitudes dos atuais funcionários perante o marketing interno.
Conclusão
Frente aos desafios e oportunidades do mercado, a GRSA encontrou as soluções que lhe eram necessárias para a implantação de novos serviços em suas filiais. Utilizando ferramentas e atividades de marketing interno, seu crescimento e seu sucesso são devidos à descentralização do poder, à habilitação das filiais e, principalmente, ao desenvolvimento de uma cultura organizacional que valoriza e conhece a própria empresa, que se apóia em bases fortes de valores, integridade, ética e qualidade nos serviços e produtos oferecidos. Seu lema: melhor equipe, melhor serviço, melhor resultado.
Referências bibliográficas
ENDOMARKETING. Disponível em:
ENDOMARKETING como ferramenta de gestão. Disponível em:
EMPREGADOS que pensam como donos. Disponível em: http://estrategiasinovadoras.blogspot.com/2008/03/empregados-que-pensam-como-donos.html
www.grsa.com.br
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